O Amor

O Amor

O Amor

Se apoderou de mim, o amor, do nada
tal como o abraço dado pelo vento
e foi me alimentando o sentimento
conforme o meu andar nessa jornada!…

Lhe vi crescer, fazer-se o meu sustento
a me fortalecer na fé sonhada;
tornar-se o meu vigor, numa florada
de todo o bem que fosse-me de alento!

Depois se fez parceiro da paixão
me dando do prazer, na conjunção
dos nossos corpos, nus, matando a fome…

Me veio como sedução, em paz,
no jeito que, por fim, me satisfaz
e tem pra mim, neste viver, teu nome!

Soneto: O Amor – Paulo Braga Silveira Junior – Maio/2020

Poesia em Sonetos

Outros Sonetos e Poemas

Tímida

Tarefa

Uma árvore

Selvagem

Tempestade

Antes de nós

Código HTML do E-book Coletânea de Sonetos Românticos Sonetos Dalma

110 Novos Sonetos

Poesia, Poema e Soneto

BRUMAS (Lêda Mello)

Triste é o esmaecer do amor, na incerteza,
Bem querer que se conheceu um dia,
Amor bonito e cheio de alegria,
Ver espraiar-se em rio de tristeza.

Pela saudade que de tão antiga
Já nem dói tanto, como em anuência
À uma escolha feita só de ausência
Tanto mistério… Sucumbe à fadiga

No tempo, a névoa envolve aquele olhar
Nubla o sorriso, o jeito de falar,
Turva lembranças de um tempo risonho.

Perdido em brumas, longe o recordar…
Às vezes, chega-se a se perguntar
Se foi real ou se foi tudo um sonho.

PRIMEIRO ENCONTRO (Lêda Mello)

Quando te vi pela primeira vez
Era setembro, num entardecer,
Foi como um sonho que real se fez,
De tão antigo, fez-me renascer.

Entre teus braços vi-me reviver,
Senti-me plena, sem qualquer talvez.
Quando te vi pela primeira vez
Tive a certeza de te pertencer.

Beijo esperado, doce languidez
Antecipando a chama do prazer,
O paraíso na terra se fez.

Doce magia do anoitecer…
Aquele encontro – não hei de esquecer –
Quando te vi pela primeira vez.

3 Comentários

Deixe uma resposta


%d blogueiros gostam disto: